claudia letti
gaúcha morando no rio.
pensa que é feliz, ri até de nervosa, compulsiva, curiosa, movida à
cafeína, dá pra dizer que é legal, indecisa, impaciente, orgulhosa,
crítica, mezzo racional - mezzo sentimental, sem muito estilo, morena
natural, empolgada, sonhadora, ansiosa, temperamental; libriana quase
típica não fosse uma overdose em escorpião.
astrologia, coca light, pipoca doce com salgada, luiz melodia,
vestidos, queijo, praia, literatura, pimenta, cinema, romance,
sabores, caetano, gentileza, escrever, adélia prado, mafalda do quino,
csi e grey's anatomy.
detesta frescura, falta de educação, injustiça, cobrança, matemática,
escândalo, bacalhau, distância, frio demais, ventania, aliche, tv no
domingo, bebida alcoolica e gente invasiva e/ou sem noção.
apaixonada pelos que a fazem feliz. não vive sem a filha, família,
amigos, livros, música, os gatos e sua cozinha -- porque acredita que
cozinhar é como escrever: palavras são temperos e sempre há um toque
lúdico servindo de especiaria.
pretende ser/viver assim até se fartar.
Tudo isso foi sério, mas se é pra falar mais sério ainda, então vamos lá: Claudia Letti publicou seu primeiro livro de poesias em 1983 quando trabalhava como cronista e redatora em jornais do Rio Grande do Sul, onde também foi entrevistadora do "TV Mulher" e apresentadora do "Jornal do Almoço", na RBS TV.
Há nove anos morando no Rio de Janeiro, trabalha com com contéudo para Internet. Mantém um blog, "Afrodite sem Olimpo", e participa de vários portais de cronistas.
Suas crônicas são utilizadas em salas de aula onde dá palestras.
Seus textos foram publicados duas vezes na Revista "Seleções" e Revista "TPM" além de várias citações e entrevistas no O Estado de São Paulo, Jornal O Globo e Jornal do Brasil.


